terça-feira, 20 de março de 2012

A casa é uma memória

Mais do que é comum (trata-se, pois, de uma diferença de grau) este poema da Maria (Sousa) acertou em cheio no meu caminho. As coisas, infelizmente, tocam-me pouco, e, por isso, aprendi a sentir pelo caminho em vez de pelo corpo. Este poema - talvez um dia em breve o possa tentar ilustrar aqui - entrou em cheio no meu caminho ou, se preferirem, na minha linguagem. E, claro, toda a linguagem é um caminho (e, assim, trata-se também de uma diferença de percurso).

Como entrou no meu caminho e na minha língua, decidi lê-lo. E a Maria deixou:


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